29set/210

“Crime de opinião no Brasil não existe”, diz Hang à CPI

O empresário é investigado pelo financiamento de blog que divulgou fake news durante pandemia

Luciano Hang depõe à CPI nesta quarta-feira. Foto: TV Senado/Reprodução

O empresário Luciano Hang inicia seu depoimento à CPI da Pandemia informando que prestará todas as informações solicitadas pelos senadores sem habeas corpus concedido para manter o silêncio, pois não deve nada a ninguém.

A CPI analisa o possível financiamento de um blog que divulgou fake news durante a pandemia, sobretudo no que tange ao tratamento precoce.

“Não sou contra a vacina, tanto que utilizamos os estacionamentos de nossas lojas como ponto de vacinação”, diz Hang.

Questionado pelo relator, o senador Renan Calheiros, se Luciano tem contas no exterior, o empresário informa que como sua loja importa produtos para revender, é necessário manter as contas, mas que todas estão legalizadas. “Todas nossas contas no exterior são da empresa”, diz.

Renan questiona se o empresário já recebeu incentivo fiscal de alguma esfera do governo. Luciano diz que a Havan está presente em diversos estados e que, eventualmente, recebe incentivo dentro da legalidade. “Nós temos 20 estados, temos 160 lojas que pode ter isenção fiscal. Recebi, normal”.

“Graças a Deus não peguei um centavo”, diz Hang sobre a questão de Calheiros sobre empréstimos contratados com bancos estatais. Luciano diz ainda que nunca contratou empréstimo com banco público para não ser acusado de ser financiado pelo governo.

A sessão foi suspensa por cinco minutos, após tumulto envolvendo o senado Rogério Carvalho que pediu a exclusão de um advogado de Luciano Hang, por considerar que foi desrespeitado. Omar Aziz, o presidente, determinou que o depoente fosse assessorado, então, por somente um advogado.

Diário do Poder

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29set/210

Empresário patriota, Luciano Hang está preparado para enfrentar o senador corrupto na CPI

O empresário Luciano Hang chegará hoje (29/9) em Brasília para seu depoimento à CPI da Pandemia. Ele está preparado até os dentes para o embate. Os próprios senadores já foram alertados que Hang, caso sinta-se desrespeitado, está disposto a dizer que quem responde a inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de corrupção é o relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL).

Embora muitos desses inquéritos já tenham sido arquivados, há outros em andamento há anos. Esse confronto será top demais! De um lado, um homem sério, patriota, empresário que gera milhares de empregos e impostos ao Brasil. De outro, um senador corrupto que há anos consegue se manter no poder  e envergonha o país.

E por último, essa CPI foi criada para atacar o presidente Jair Bolsonaro e acobertar os crimes cometidos por governadores corruptos que receberam dinheiro da União e desviaram recursos.

Até o filho do relator, que é governador de Alagoas,  é investigado. Mas essa CPI nunca quis ouvir o lobista Carlos Gabas, que criou o Consórcio Nordeste e onde há farto desvio de verba pública na pandemia. E também a CPI não convocou nenhum governador nem prefeito para depor.

Essa CPI é uma vergonha aplaudida por ignorantes, corruptos, oportunistas e antipatriotas. Simples assim.

Donnysilva

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29set/210

Denúncia: HOSPITAL REGIONAL DE SANTA MARIA BARRA PESSOAS COM CHINELO, BERMUDA E MINISSAIA

O que mais esperar desse Hospital?

A determinação foi dada pela segurança do hospital. A mesma que recentemente limitou a entrada de pacientes com veículos na emergência do hospital

Pessoas com chinelo, sandália, camisetas sem manga, bermuda, vestido curto e minissaia não podem entrar no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), de acordo com comunicado (foto em destaque) que estabelece “regras de vestimentas” e, até então, estava exposto em várias áreas do hospital.

A unidade é gerida pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF). Na terça-feira, o deputado distrital Chico Vigilante (PT) cobrou a suspensão da proibição.

Segundo o parlamentar, a proibição foi determinada pela segurança do HRSM. Do ponto de vista de Vigilante, a medida despertou indignação entre pacientes, visitantes e profissionais de saúde.

O parlamentar tomou conhecimento do caso a partir da denúncia de profissionais de saúde. Para o distrital, a proibição é absurda, pois, em vários casos, as pessoas não têm tempo para escolher como irão vestidas ao hospital.

“Já encaminhei um ofício para o superintendente de saúde de Santa Maria para que afaste esse cidadão e reestabeleça o direito das pessoas usarem o que quiserem no hospital”, assinalou.

“Muitas vezes, a pessoa só tem uma camiseta e está proibida de entrar no hospital de camiseta, de chinelo. Tem que ir na sapataria comprar um sapato para poder entrar no Hospital de Santa Maria”, desabafou.

Desculpas

O Metrópoles entrou em contato com o Iges-DF sobre a questão. Além de determinar a retirada dos cartazes, o instituto pediu desculpas.

Leia a nota completa do Iges-DF:

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IGESDF) informa que a Superintendência do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) assim que tomou conhecimento dos cartazes imediatamente determinou a retirada, o que já foi feito.

O IGESDF pede desculpas à população e destaca que não faz parte das condutas adotadas em suas unidades fazer a restrição da entrada de seus pacientes em razão do vestuário.

Com informações do Portal Metrópoles
Francisco Dutra

Ana Karolline Rodrigues

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