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Raio-X de corpo reduz pela metade tráfico de drogas nos presídios do DF

   Flagrantes nas unidades prisionais caíram de 139 nos oito primeiros meses de 2012 para 69 no mesmo período deste ano

 Raio-X de corpo reduz pela metade tráfico de drogas nos presídios do DF  Da Secretaria de Segurança Pública

Os oito scanners corporais do sistema prisional do DF, inaugurados em maio, contribuíram para reduzir em 50% a quantidade de pessoas que tentam entrar com drogas nos presídios -de janeiro a agosto deste ano foram 69 flagrantes contra 139 casos registrados no mesmo período do ano passado. 

O subsecretário do Sistema Penitenciário, Cláudio Moura Magalhães, destacou outra vantagem dos equipamentos adquiridos pela Secretaria de Segurança: "Com a aquisição desses equipamentos, a revista se torna mais humanizada, pois visitantes idosos não precisam mais tirar a roupa e passar por revistas íntimas", avaliou. 

Os scanners corporais estão em funcionamento na Penitenciária do Distrito Federal (PDF I), Penitenciária do Distrito Federal II (PDF II), Centro de Internamento e Reeducação (CIR), Centro de Detenção Provisória (CDP), Penitenciária Feminina (PFDF) e Centro de Progressão Penitenciária (CPP). 

Por conta do maior número de sentenciados, a PDF I e PDF II possuem dois scanners cada uma... 

Adquiridos por R$94 mil cada um, os aparelhos possuem alta tecnologia e proporcionam a visualização das camadas da pele e cavidades do corpo humano sem que os visitantes precisem tirar a roupa, procedimento que era necessário antes da aquisição dos scanners. 

Para que o procedimento de revista seja feito, o visitante entra no scanner, que se parece com um elevador e fica lá por cerca de um minuto, sem a necessidade de tirar peças de roupas ou sapatos e ter contato físico com os agentes penitenciários.