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Tentativa de Sequestro de Bebês no Hospital Regional Brazlãndia

Um fato inusitado ocorrido ontem e mudou a rotina do Hospital Regional de Brazlândia, uma funcionária da secretaria de saúde “ Agente Comunitária “  tentou roubar dois recém nascidos que estavam na maternidade do hospital. Luciete moura santos é casada, tem 28 anos de idade e há oito anos trabalha como agente comunitária em um posto de saúde da área rural de Ceilândia.

De acordo com a família há um ano ela perdeu o bebê que esperava durante uma gestação. Meses depois, inconformada com o aborto que sofreu, passou afirmar, para familiares e amigos que estaria novamente grávida, desta vez de gêmeos,  para sustentar a historia ela mostrava fotos de ultrassom que seria de seus filhos, mas na verdade eram baixadas da internet.

As informações são do delegado-adjunto da 18ª DP Pedro Luis de Moraes. segundo ele, a mulher pode pegar ate 10 anos de prisão por subtração de incapaz. Luciete usou seu crachá de funcionaria para entrar na maternidade, com alegação de que queria conhecer as instalações do hospital.

Ela chegou por volta das 10 horas da manhã usando seu crachá de funcionária da secretaria de saúde do Distrito Federal, passou o dia todo dentro da maternidade.

 Aproveitando que duas pacientes estavam dormindo,  colocou os bebês dentro de uma bolsa e tentou sair do hospital, mas de acordo com um funcionário da limpeza ao passar pelos corredores um dos bebes teria chorado.

Foi quando o rapaz acionou a segurança do hospital, já no estacionamento a moça foi abordada, onde negou que estivesse cometido o crime. Quando os policiais abriram a bolsa os dois bebês estavam dentro, um em cima do outro.

Na delegacia ela confirmou que teria tentado roubar os bebês e alegou que só estava tentando salvar seu casamento, já que o sonho do marido era ser pai e ela estava com dificuldade para engravidar.

Em conversa com nosso portal, muito abalado Francisco de 24 anos disse não acreditar que sua esposa não esteja grávida, pois de acordo com ele, o corpo da esposa se desenvolveu nos últimos nove meses como se ela estivesse mesmo esperando por gêmeos.

Francisco diz:  Pela manhã ela me disse que estava indo ao Hospital São Francisco em Ceilândia, para realizar os últimos exames antes do parto, mas depois das 12 horas, quando eu ligava, só caia na caixa de mensagens. Agora eu só queria perguntar por que ela fez isso.

Não precisava. Eu ainda tentei ir com ela, mas ela disse que não precisava, então fui para meu trabalho acreditando mesmo que ela estava fazendo exames.

Eu mesmo sentir a criança mexer por varias vezes em sua barriga, não posso acreditar que ela tenha feito isso comigo, Não precisava, pois nunca pressionei para que tivesse filhos. Ele chorava muito ao falar conosco.

 A mãe e a irmã confirmaram a história e disseram que não estranhavam o fato de Luciete sempre ir para consultas sozinha, porque ela sempre tomava a frente para resolver questões da família e nunca teve problemas com mentiras.

Sua mãe dona Lucilia disse que ela é uma filha maravilhosa e que sempre ajudava nas despesas do irmão que é deficiente. Toda familia Chorando muito a mãe disse não entender a atitude da filha.

Dona Lucilia diz: Minha filha devia está desesperada para fazer uma loucura desta, porque eu a conheço e sei que no seu juízo normal, ela jamais faria isso. Ela é uma filha maravilhosa, trabalhadeira, sempre me ajudou cuidar do seu irmão que é especial. Eu nem acredito que isso esteja acontecendo com nossa família parece ate que estou sonhando.

 Luciete tem uma irmã e outro irmão que é especial, a família toda estava na porta da delegacia ontem a noite. Eles contaram que desde o 12 dia, quando já não conseguiam mais falar com a agente de saúde, passaram a ligar para hospitais em busca da mulher e cogitaram ate registrar uma ocorrência de desaparecimento.

Equipe que abordou a criminosa

Foi quando um amigo da família viu a matéria na internet com o nome parecido e avisou pra eles. Sem saber o que havia acontecido eles chegaram à delegacia acreditando que os bebês da agente de saúde é que havia sido roubado. Ao chegar e se depararem com a realidade dos fatos todos ficaram desesperados e surpresos sem entender o motivo que á levou a cometer o crime.

Ate o momento em que saimos da delegacia os advogados ainda não tinham saído, eles acompanhavam Luciete no registro do depoimento.

 Em uma coletiva  o diretor do Hospital Regional de Brazlândia DRº Paulo Lisbão afirmou que não considera que houve falha na segurança do hospital, já que a mulher era funcionária da secretaria de saúde e  se identificou usando um crachá verdadeira. Considerando um caso isolado e atípico.

 fonte: BrazRural